Herrera, as 10 coisas que odeio em ti

Bianca Stratford é bonita e popular, mas não pode namorar antes de sua irmã mais velha. O problema é que nenhum garoto consegue chegar perto da irmã, Kat Stratford. Para resolver a situação, um rapaz interessado em Bianca suborna um amigo com passado misterioso para sair com Kat e, quem sabe, tentar conquistá-la. Em 1999 estreava o filme para adolescentes mais lamechas de toda a história com a presença do actor australiano Heath Ledger. A 22 de Janeiro de 2008, terminava apenas aos 28 anos a vida deste talentoso actor que apesar da sua vida curta ainda teve uma carreira bastante elogiada, entrando em filmes como “O Patriota”, “Coração de Cavaleiro”, “Monster Ball – Depois Do Ódio” ou “Casanova” e deixando a sua marca com os seus papéis icónicos em “O Segredo de Brokeback Mountain” e “O Cavaleiro Das Trevas”, este último distinguido com um Óscar póstumo.

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Fonte: Observador

Sim, foi disto que me lembrei depois do final deste jogo épico. Foi apenas isto que consegui. Não deu para mais. Básico, despropositado e até um bocado larilas. E porquê? Acho que o título é auto-explicativo mas eu reforço a ideia. Neste filme de “domingo à tarde”, às tantas há uma gaja que gosta de um gajo (o tal falecido) mas ainda assim cria uma lista de 10 coisas que odeia nele. Gajas! Depois do jogo de ontem eu sou essa gaja. O gajo, …., bem esse gajo é o Herrera. Para ti Hector aqui vai o meu poema:

 

Eu odeio que sejas orelhudo

e esse jeito corcunda de andar
Eu odeio quando não dás tudo
e que me obrigues a rimar
Eu odeio que sejas diferente
e que acuses a pressão
odeio que faças o Oliver suplente
odeio que sejas o capitão
Odeio quando chutas para canto

Mas acima de tudo odeio-te por não te odiar e por seres um espanto

Obrigado HH! Serei eternamente agradecido.

Deixo-vos com o milho do mexicano para mais tarde recordar:

 

#nosvamosganhar

Falta de jeito

 

 

 

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Só consigo ver o Porto Campeão!

Vem aí um enorme aperto no coração! Avizinha-se um Domingo de enorme tensão. Não só para portistas, mas também para os benfiquistas. Não sei se será ilusão, mas continuo a achar que iremos ser campeões este ano. Não consigo ver o Porto a perder na Luz, e não consigo ver o Benfica a ganhar em Alvalade. 3 e 2 são 5, e só consigo ver o Porto campeão!!

Terá de ser um FC Porto de volta a grandes exibições, aquele que não perderá na luz. Mas é certo que o Porto de Conceição consegue mais facilmente uma grande exibição contra equipas de maior valor, do que contra os chamados “pequenos”. Os últimos jogos são prova disso mesmo (sim, há também o efeito não-Marega). Assim de repente as últimas boas exibições que me recordo vieram contra Sporting e contra Braga.

Estava convicto que Danilo iria ser fundamental neste clássico, mas o azar voltou a bater-lhe à porta (e desta vez com alguma força), pelo que nos meses que se aproximam, não poderemos contar com o homem. Ainda assim, a equipa já mostrou ser capaz das tais boas, grandes exibições com a dupla Herrera e Sérgio Oliveira. Mas terá de ser um Sérgio renascido, que o dos últimos tempos tem estado mais apagadito.

Depois do trambolhão em Belém, o fulcral era vencer o Aves no dragão. O jogo do passado Domingo resumiu-se praticamente a isso. A equipa entrou bem e confiante, o que foi bom de ver, marcou 2 golos no início do jogo e arrumou a questão. O jogo podia ter acabado aos 45 minutos que não se iria perder muito com isso.

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Fonte: Ojogo

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E agora?

Respiro fundo. Suspiro. Escrevo. Apago o que escrevi. Volto a suspirar. Enfim, foi duro ontem. Tem sido duro, mesmo quando ganhamos tem sido sofrível. Todas as equipas têm altos e baixos e nós estamos a ter o nosso mau momento. Talvez na pior altura, quando recuperar deslizes já se torna deveras complicado. Razões para tal? Lesões que têm assolado o plantel? O baixo rendimento dos jogadores que voltam de lesões (o que, naturalmente, se compreende)? Na realidade, diria que é um misto delas sendo que, para mim, o caso de Aboubakar é critico. É um jogador que parece só durar meia temporada. Contudo, nem tudo pode ser explicado por isto uma vez que já vencemos jogos mais difíceis e até com menos “indiscutíveis” do que no jogo de ontem. Tudo isto para ir desembocar na influência, agora notória, de um único jogador. Ainda recentemente discutia com colegas de bancada sobre a dependência dos clubes rivais dos seus pontas de lança, nomeadamente Jonas e Bas Dost. Opinava eu que o nosso Futebol Clube do Porto não exibia essa dependência, sendo que ela se distribua mais pelo restante plantel. Enganei-me. Seja ele torto com a bola ou não, seja ele bom ou mau jogador, Marega foi sacado por Sérgio Conceição como que um verdadeiro Cavalo de Tróia. É, na minha opinião, hoje notório dois pontos: o desgaste essencial que Marega causa nas defesas adversárias e os espaços que ele abre para outros companheiros finalizarem (ou mesmo ele). Tenho de dar o braço a torcer, visto que no inicio da época achava que tudo não passava da chamada “tesão do mijo”. Com o tempo fui mudando de opinião e, hoje, deito a toalha ao chão.

23809480_770x433_acf_croppedFonte: Observador

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Pataniscada velha!

Ora viva,

Como não tenho nada a dizer do que aconteceu no mundo do futebol nesta semana, deixo-vos com uma receita de pataniscas de bacalhau.

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Ingredientes:

600 g bacalhau
4 ovos
50 g farinha
1 cebola(s)
1 ramo salsa
óleo para fritar
q.b. sal
q.b. Pimenta

Preparação:

1. Depois de demolhado, coza o bacalhau. 
2. De seguida escorra-o e lasque-o retirando também todas as peles e espinhas. 
3. Faça o polme juntando os ovos com a farinha até obter um creme. Se achar necessário pode acrescentar um pouco da água onde cozeu o bacalhau. 
4. Pique a cebola finamente, bem como a salsa, e junte no polme acrescentando também o bacalhau. 
5. Por fim tempere a seu gosto e frite colheradas do preparado em óleo bem quente. 
6. Não se esqueça de deixar escorrer em papel absorvente para evitar o óleo em demasia.

Gostava também de vos informar quais são os nomes das tempestades que abalaram o nosso país este ano e quais os nomes das que estão para vir. Assim, por ordem alfabética:

Ana, Bruno, Carmen, David, Emma, Felix, Gisele,

  • Hugo,
  • Irene,
  • Jose,
  • Katia,
  • Leo,
  • Marina,
  • Nuno,
  • Olivia,
  • Pierre,
  • Rosa,
  • Samuel,
  • Telma,
  • Vasco e
  • Wiam.

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Sentimentos de campeão!

O futebol é isto mesmo… Emoção!! Taquicardia… Nó no estômago… Suores frios… Arrepios na espinha… Pele de galinha… Alegria… Orgulho… Tudo isto em 90 minutos. Foi assim o meu último clássico contra o Sporting!

Estes jogos são outra coisa. Não tive o privilégio de poder assistir ao jogo no estádio, no meio de todo aquele ambiente único que se cria nestes jogos. Vi-o em casa. Não posso é dizer que o tenha visto sossegado…

Porto Sporting
Fonte: OJOGO

Costelinhas e tinto. Foi com esta companhia que vi o jogo (a mulher também lá estava, acho… Estava sim!, que foi ela que trouxe o jantar!). Não foi fácil conseguir deixar de olhar para a televisão. Foi daqueles jogos que nos prendem, onde o coração não descansa um minuto. Dei por mim em pé, de costelinha nas mãos, no meio da sala a olhar para a televisão, com a mulher na cozinha com aquele olhar incrédulo virada para mim… Estes jogos não são fáceis para ninguém… Continuar a ler Sentimentos de campeão!

Clássico, clássico e mais clássico

10 jogos para terminar a Primeira Liga, 30 pontos em disputa, 5 pontos de vantagem para os rivais e um clássico à porta. É este o panorama atual no reino do Dragão. Bons ventos se têm vivido após a derrota expressiva contra o Liverpool. Como já numa crónica anterior tinha referido, o jogo na Amoreira seria importantíssimo para as hostes azuis e brancas, mas não se antevia uma tarefa fácil. Felizmente os nossos jogadores souberam tornar o difícil em fácil. E assim também tem sido nos restantes jogos para nosso regozijo. Como se diz na gíria futebolista, cada um dos próximos jogos deve ser encarado como uma verdadeira final. Vamos então olhar para o clássico de amanhã fazendo também uma retrospectiva do jogo de Portimão.

img_770x433$2017_08_11_01_03_21_1300254Fonte: Jornal Record

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Liverpool, Rio Ave e Estoril. Next: Portimão!

Ora viva,

Três jogos (dois e meio) aconteceram desde a última vez que aqui escrevemos. E que montanha russa tem sido. Da extrema desilusão, passando por uma desforra agradável até ao jogo em mostramos calibre de campeão. Comecemos pelo primeiro, Liverpool.

O resultado diz tudo. O pior resultado de sempre em casa para as competições europeias não pode ser nunca razoável nem há desculpas que possam amenizar tal facto. A estratégia correu mal, o jogo correu mal. E sobretudo houve pela primeira vez esta época um “baixar de braços” que me surpreendeu muito ou não fosse esta equipa treinada por um ataque cardíaco com pernas. Acho que os jogadores interiorizaram demais o desejo de não sofrer golos em casa e quando sofreram, não souberam reagir de forma mais tranquila.

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